O título pode soar estranho de início "Ultimos preparativos", mas contar os primeiros passos me levaria a escrever sobre muitas coisas anteriores, algo de pelo menos 1 ano. Então, comentarei estes ultimos passos que estamos dando e espero que dê para imaginar o que nos trouxe aqui.
Ontem terminei de montar minha mochila, uma básica T&R Crampon 77, porém guerreira. (já viajou muito comigo e aguentou alguns perrengues na estrada). Verifiquei o peso, ajustes das fitas de volume, enfim, para ter o máximo de conforto e o mínimo de dor nas costas. À tarde chegou a bota que usarei nas trilhas mais pesadas, uma Salomon Fastpacker 3D, assim espero que não tenha tantas bolhas e menos ainda que a bota se desfaça no caminho. Sem muito lero lero sobre o que estou levando, vamos ao preparativo que acho mais interessante.
Desde quando começou essa história de viajar para o Peru/Bolívia/(e o que mais for possível) botei duas coisas na cabeça: pegar carona e filmar um documentário. Pegar carona seria relativamente fácil se tivesse disposição e tempo hábil. Então, combinei com o Ricardo de nos encontrarmos no CEAGESP na Segunda-feira bem cedo, por quê? Bem, carona me lembra caminhão (mas poderia ser qq coisa q te leve a algum lugar e vc não precise gastar muito ou nada, de bike a avião), e o lugar que mais vi caminhão na vida (sem contar a estrada, moro próximo da Rod. Bandeirantes/Anhaguera) foi no "CEASA". Claro que a idéia do CEAGESP não veio de repente, mas sim de indicações de amigos viajeiros e eu mesmo já pedi carona por lá (viagem à Bolívia em 2009 com meu amigo Tiago Botari, vulgo Timóteo :) ). Chegamos no CEAGESP umas 9 da manhã e fomos em busca de um contato que tinha, o Murilo ou Alexandre da FLV (eles costumam fazer entregas nas regiões centro-oeste e norte do país). Encontramos o Murilo no escritório e pedimos auxílio, algo como "Nós estamos querendo fazer um documentário sobre esta viagem que faremos, sobre américa latina, viajantes, e etc. Ela teria como inspiração a última viagem que fiz pra Bolívia, gostei da experiência e queria fazer um filme sobre isso. Daí a gente queria saber se seria possível vc informar se existe alguma entrega pra cidade de Corumbá ou qq lugar próximo, até mesmo no sentido do Acre." O engraçado é que ele lembrou que fomos lá em 2009 pedir carona, quer dizer, acho que não deve ter tanta gente assim pedindo carona lá. Ele disse que sem problemas, mas teríamos, claro, que conversar com o caminhoneiro. Na verdade o interesse era saber se seria possível alguma carona, mas não naquela hora. Conversamos com um caminhoneiro/motorista que iria para Rondônia em Guajará Mirim. Como não iríamos viajar tão logo, até porque o caminhoneiro estava com a esposa (época de férias muitos caminhoneiros aproveitam para viajar com a família), ele passou o telefone do local que pediu que ele levasse o carregamento. Depois saimos em busca de outras agências que enviam frutas, legumes e verduras para nosso destino. Encontramos a Central de Compras, mas apesar de ser possível pegar carona, tudo depende de conversar com os cominhoneiros, não pegamos telefones, quer dizer, se fosse o caso deveríamos aparecer lá com as mochilas e arriscar. Bem, a carona por enquanto ficou por aí, agora pelo menos temos um telefone para contato.
(continua)
Ontem terminei de montar minha mochila, uma básica T&R Crampon 77, porém guerreira. (já viajou muito comigo e aguentou alguns perrengues na estrada). Verifiquei o peso, ajustes das fitas de volume, enfim, para ter o máximo de conforto e o mínimo de dor nas costas. À tarde chegou a bota que usarei nas trilhas mais pesadas, uma Salomon Fastpacker 3D, assim espero que não tenha tantas bolhas e menos ainda que a bota se desfaça no caminho. Sem muito lero lero sobre o que estou levando, vamos ao preparativo que acho mais interessante.
Desde quando começou essa história de viajar para o Peru/Bolívia/(e o que mais for possível) botei duas coisas na cabeça: pegar carona e filmar um documentário. Pegar carona seria relativamente fácil se tivesse disposição e tempo hábil. Então, combinei com o Ricardo de nos encontrarmos no CEAGESP na Segunda-feira bem cedo, por quê? Bem, carona me lembra caminhão (mas poderia ser qq coisa q te leve a algum lugar e vc não precise gastar muito ou nada, de bike a avião), e o lugar que mais vi caminhão na vida (sem contar a estrada, moro próximo da Rod. Bandeirantes/Anhaguera) foi no "CEASA". Claro que a idéia do CEAGESP não veio de repente, mas sim de indicações de amigos viajeiros e eu mesmo já pedi carona por lá (viagem à Bolívia em 2009 com meu amigo Tiago Botari, vulgo Timóteo :) ). Chegamos no CEAGESP umas 9 da manhã e fomos em busca de um contato que tinha, o Murilo ou Alexandre da FLV (eles costumam fazer entregas nas regiões centro-oeste e norte do país). Encontramos o Murilo no escritório e pedimos auxílio, algo como "Nós estamos querendo fazer um documentário sobre esta viagem que faremos, sobre américa latina, viajantes, e etc. Ela teria como inspiração a última viagem que fiz pra Bolívia, gostei da experiência e queria fazer um filme sobre isso. Daí a gente queria saber se seria possível vc informar se existe alguma entrega pra cidade de Corumbá ou qq lugar próximo, até mesmo no sentido do Acre." O engraçado é que ele lembrou que fomos lá em 2009 pedir carona, quer dizer, acho que não deve ter tanta gente assim pedindo carona lá. Ele disse que sem problemas, mas teríamos, claro, que conversar com o caminhoneiro. Na verdade o interesse era saber se seria possível alguma carona, mas não naquela hora. Conversamos com um caminhoneiro/motorista que iria para Rondônia em Guajará Mirim. Como não iríamos viajar tão logo, até porque o caminhoneiro estava com a esposa (época de férias muitos caminhoneiros aproveitam para viajar com a família), ele passou o telefone do local que pediu que ele levasse o carregamento. Depois saimos em busca de outras agências que enviam frutas, legumes e verduras para nosso destino. Encontramos a Central de Compras, mas apesar de ser possível pegar carona, tudo depende de conversar com os cominhoneiros, não pegamos telefones, quer dizer, se fosse o caso deveríamos aparecer lá com as mochilas e arriscar. Bem, a carona por enquanto ficou por aí, agora pelo menos temos um telefone para contato.
(continua)